Recém inaugurado, o Espaço Maker do Colégio Notre Dame Ipanema é adequado à aplicação de uma metodologia inovadora, que trabalha competências como o letramento tecnológico, a resolução criativa de problemas e a realização de projetos, além da autonomia, da colaboração e da empatia.
Trata-se da cultura “maker“ – termo, em língua inglesa, que designa “a pessoa que faz”.
Tendência na educação mundial, ela nasceu do resgate do hábito de fazer com as próprias mãos. Para tanto, como instrumento educacional, faz uso de ferramentas manuais, componentes de eletrônica e impressoras 3D, entre outros utensílios que permitem aos estudantes dar vida à criatividade. “A cultura maker vem para agregar valor, além de desenvolver a habilidade motora fina”, explica o facilitador que atua no Espaço, Ramieri Passos.
“As novas gerações nasceram na era dos descartáveis. São acostumadas a substituir e nem sabem o que tem dentro das coisas. Quebrou, joga fora e compra outro”, comenta, enfatizando a importância do método, como enriquecedor do currículo. “Trata-se de uma metodologia bastante inovadora, que não é arte, não é robótica e nem laboratório tecnológico. Visa promover o entendimento dos processos de criação e de construção”, concorda a coordenadora Pedagógica do Ensino Fundamental, Cristiane Granville.
Nesse sentido, descreve o administrador escolar, Marcus Mussi, a incorporação da cultura maker no universo educacional vai possibilitar que os estudantes trabalhem com projetos, enriqueçam seus repertórios culturais e inspirem-se para pensar em seus projetos de vida.