Por: Irmã Loiva Urban – Diretora do Colégio Notre Dame Ipanema
Todas as pessoas que somos da tradição Notre Dame, originada na França, no século XIX, com o ideal de Maria Rosa Júlia Billiart, neste ano de 2016, celebramos o 200º aniversário da morte e ressurreição desta senhora. Ela foi uma mulher peculiar para sua época e, por isso mesmo, especial para os dias de hoje. Paulo VI, o Papa da Evangelli Nuntiandi, a reconheceu com uma católica exemplar e a proclamou santa em 1969. Desde então, além de seguir suas diretrizes pedagógicas, nós a invocamos como intercessora junto ao bom Deus. Ela já trilhou o caminho do bem, da verdade, da firmeza e da bondade. Por isso tem experiência e condições de nos ajudar a fazermos o mesmo percurso, no contexto atual. No convívio com a Mãe de Jesus e com o Deus Trindade, Santa Júlia vela por nós e nos acompanha em nossa peregrinação no Planeta Terra.
Nascida em 12 de julho de 1751, em Cuvilly, Picardia, Júlia passou pela vida fazendo o bem, sofrendo por ser boa e por querer ser coerente com o Evangelho de Jesus Cristo. Ela foi perseguida, humilhada e expulsa de seu país. Em tudo, a santa sorridente, rezava e repetia: “O bom Deus é muito bom!” Faleceu na madrugada da segunda-feira da semana santa, a 08 de abril de 1816, em Namur, na Bélgica. O último som que se ouviu dela foi o cantarolar o Magnificat de Nossa Senhora. Por isso, convidamos a todas as pessoas a cantarolarem, cantarem e viverem para a glória do bom Deus, que olha para os simples e humildes de coração.